20 de julho de 2015

sento-me à porta. acendo um cigarro e olho para as estrelas. ao falar comigo mesma mentalizo-me que finalmente consegui dizer adeus. em mim há uma certa tristeza, uma incerteza se era mesmo isto que eu queria, apesar de ser aquilo que eu preciso. deixa-mos todos meterem-se numa coisa que era só nossa, e embora eu consiga não deixar que comandem os meus sentimentos, tu não. não tens culpa, vais aprender com o tempo a ser feliz por ti, que a tua felicidade só a ti te diz respeito, que as pessoas tem sempre algo a dizer, porque quando a vida não é a nossa, é tão fácil aconselharmos. desejo do fundo do coração que encontres a felicidade que tanto procuras, lamento que eu não ta tenha dado, espero que um dia possamos sentar-nos ao lado um do outro e falar disto; sem nos magoar-mos mais, sem nos ofender-mos, sem que ouças as opiniões dos outros acima dos meus sentimentos. um dia vais entender que as vezes que eu te disse que te amava estava a ser sincera. 

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