15 de julho de 2015

escrevo todos os dias, com esperança de deitar pra fora tudo aquilo que a minha garganta teima em deixar traçado, ninguém me entende. todos me dizem frases clichés que eu não quero ouvir. todos me tentam ver tudo de bom que tenho na minha vida. mas de que vale uma vida cheia de tudo, se não tenho quem me faça o coração bater mais forte? se não tenho alguém que me diga que me ama, que me aceita com todos os defeitos, com todas as merdas, com todos os erros que eu possa cometer. quem é que vai ressuscitar as borboletas que tenho mortas na barriga?

1 comentário:

vania disse...

Palavras para quê?!
Nem mais...