24 de junho de 2010

olá Humanidade.

- tira tudo. as roupas, as máscaras, os esquemas, os defeitos, as virtudes, os preconceitos, tira até a pele se for preciso. só assim chegarás ao fundo de ti e verás realmente o que tu és. aí, debaixo das tuas armaduras e armas verás realmente de que carne és feito, daquilo que és realmente capaz ou não. só assim compreenderás que somos todos iguais, podem andar o que quiserem, podem rotular o que quiserem, definir cores e feitios, colocar estereótipos onde quiserem, escrever nas testas uns dos outros o que quiserem, podem julgar as pessoas por riquezas, belezas e até por inclinações sexuais, façam o que fizerem, quando um dia estivermos todos despidos à frente uns dos outros veremos que somos mesmo todos iguais, é nessa altura que iremos começar a olhar uns para os outros como seres humanos. é nessa altura que poderemos ser uma humanidade, não é ainda... não é agora. ainda não, o mundo não está preparado, os homens (com "h" minúsculo) ainda estão só preocupados em gerar guerras entre si e entre nações, em viver de uma carência de palavras para com o próximo, em magoarem-se entre si, em apontar o dedo e armas, em destruir e matar! matar não só fisicamente mas acima de tudo psicologicamente, sem se preocuparem em espalhar sangue e quebrar corações. estão preocupados em meter todos aqueles que se assumem diferentes de parte, em não fazê-los esquecer que eles não são iguais - quando na realidade o são. o que é necessário para os homens se despirem e verem que na realidade somos todos os espelhos uns dos outros?

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